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Exportar cachaça: um negócio rentável.

Dicas de como exportar cachaça

A cachaça é uma bebida tipicamente brasileira, provinda da fermentação e destilação do caldo da cana de açúcar. Trata-se da bebida destilada mais vendida no mundo todo, chegando a produção a 1,3 bilhão de litros anuais, tendo um consumo per capita de 11 litros, somente no Brasil. A cachaça é, depois da cerveja, a bebida mais apreciada pelos brasileiros, sempre em drinks criativos, desde a conhecida caipirinha até misturas mais exóticas, utilizando frutas e sucos em sua elaboração.

Não há qualquer turista estrangeiro que não conheça o poder de exaltação dos sentidos da cachaça, quando vem ao Brasil, e a aposta nas exportações já são de longo tempo, com uma quantidade que ultrapassa os 8 milhões de litros anuais, gerando receitas em torno de 10 milhões de dólares.

O Brasil exporta cachaça atualmente para mais de 70 países e, se formos calcular a média, ainda é muito baixa quando distribuída entre eles: 114 mil litros por país. Claro que essa distribuição deve ser vista apenas como média, com países comprando mais ou menos. Dentre eles, o maior comprador de cachaça brasileira sempre foi a Alemanha, grande apreciadora da nossa bebida tradicional.

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Exportar cachaça com produção diferente

Investir nesse mercado, portanto, é uma excelente solução para obter maiores valores de divisas internacionais. A cachaça, embora tenha apenas um ingrediente, o caldo de cana de açúcar, pode ser melhorada através da qualidade. Processos especiais de produção, utilizando meios mais artesanais, tornam a bebida diferenciada.

Embora mais demorada que a produção industrial, a produção artesanal gera um produto de maior qualidade, podendo ser envelhecida por mais tempo em tonéis de madeira para conseguir apurar o gosto, o que vai torná-la um produto de melhor qualidade e, portanto, de valor mais elevado no mercado internacional.

Para a produção artesanal, a cachaça precisa de uma cana saudável, que deve ser colhida apenas por corte (manual ou mecânico), sem passar pela queimada. O seu processamento deve começar em até 12 horas depois de colhida, utilizando-se a fermentação natural para sua produção.

Após o processo de produção, ela deverá ser envelhecida em tonéis de madeira para melhorar sua qualidade. Só então poderá ser engarrafada.

Exportar cachaça em embalagem especial

Todos sabemos que a embalagem é essencial para apresentação de qualquer produto. Ao pensar em exportar cachaça, o produtor deve pensar na sua embalagem, de acordo com a qualidade do produto que está exportando. Hoje são mais de 60 empresas exportadoras de cachaça no Brasil, e esse número ainda é muito pequeno, considerando as empresas produtoras de cachaça do Brasil.

Essas empresas, mesmo que utilizem garrafas tradicionais para o engarrafamento da cachaça, apresentam-na em embalagens diferenciadas, levando os consumidores a identificar o produto com a sua apresentação, como por exemplo um revestimento de palha, tornando o produto mais exótico do que um litro ou uma garrafa com apenas seu rótulo, ou mesmo apresentando-a em caixinhas de madeira, fabricadas artesanalmente e com uma aparência mais rústica.

Exportar cachaça com nomes exóticos

Um dos pontos base de qualquer produto é o nome com que é apresentado ao consumidor. No caso da cachaça, em sua maioria, os nomes de duplo sentido é que atraem os consumidores. Títulos de duplo sentido fazem a alegria de quem consome a cachaça e, embora muitos estrangeiros tenham dificuldade em pronunciá-los, sempre estão atrás da tradução ou da adaptação para o seu próprio idioma, tornando o consumo da cachaça um momento mais descontraído.

Mesmo que o consumidor estrangeiro não saiba o significado da palavra que denomina a cachaça, as marcas brasileiras são bastante valorizadas no exterior, fazendo com que o consumidor identifique imediatamente a cachaça com nosso país, da mesma maneira que a tequila é associada ao México, a vodka associada à Rússia, o uísque associado à Escócia.

Exportar cachaça com diferenciais

Para exportação, muitos são os fatores que podem fazer o sucesso da bebida mais tradicional no Brasil nos países estrangeiros. Algumas empresas estão apostando, por exemplo, em misturas diferentes, como cachaça com limão e mel, ou cachaça com maracujá.

Outra aposta no setor é a cachaça com menor teor alcoólico, que pode ser melhor apreciada pelo sexo feminino que, em grande parte, prefere bebidas não tão fortes.

Esses diferenciais fazem o sucesso da cachaça no comércio exterior, mas não irá adiantar nada para o produtor ter os ingredientes necessários e produzir cachaça com alta qualidade se não tiver ao seu lado uma empresa exportadora, que conheça o mercado externo e que tenha condições de colocar o seu produto à venda lá fora.

Aliando a qualidade a boa divulgação e com o apoio de empresas que tenham o conhecimento do mercado externo, o produtor terá a tranquilidade necessária para apenas melhorar a qualidade de sua cachaça, tornando-a melhor e mais apreciada e conseguindo se destacar entre os exportadores de cachaça.

 
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