Os sistemas de exaustão de laboratório precisam ser muito mais eficientes do que outros sistemas, considerando, no mínimo, quatro situações:
- Uma ventilação geral, que possa diluir os gases, renovando o ambiente em todo o seu volume e protegendo tanto pessoas quanto equipamentos sensíveis, devendo ser feita por exaustão, insuflamento ou a união dos dois métodos.
- Diferencial atmosférico, que é o balanceamento entre a entrada e saída do ar, mantendo o ambiente com pressão positiva, impedindo, assim, que partículas presentes em áreas adjacentes possam invadir o ambiente, prejudicando análises realizadas, ou mantendo o ambiente com pressão negativa, impedindo que s gases, odores e partículas possam migrar do laboratório para outros ambientes.
- Exaustão localizada, em que o tratamento do ar retira os gases diretamente da fonte em que são produzidos, eliminando substâncias indesejadas que, geralmente, são voláteis, corrosivas, cáusticas, irritantes ou tóxicas, utilizando-se coifas, captadores de fendas, capelas, braços móveis ou apenas dutos interligados aos equipamentos, respeitando as normas de segurança para o trabalho realizado.
- Climatização, oferecendo conforto térmico aos trabalhadores, ou quando é necessário manter a temperatura sob controle em virtude dos insumos ou análises realizadas no ambiente.
Nos sistemas de exaustão de laboratório, o nível de filtragem é definido pelas substâncias produzidas no ambiente, enquanto que no sistema de filtragem de insuflamento, é dependente do grau de pureza exigido no interior do laboratório.
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Capelas para os sistemas de exaustão de laboratório
Os sistemas de exaustão de laboratório devem ter como elemento principal as capelas de exaustão, que são equipamentos de proteção coletivos, também conhecidos como EPC, que são os mais adequados para utilização em laboratórios que tenham por finalidade manipulação de produtos químicos tóxicos ou voláteis, vapores agressivos, partículas ou líquidos que possam se tornar perigosos quando em maior concentração.
As capelas de exaustão podem ter capacidade de exaurir entre 10 a 60 m3/min, podendo ser acompanhados de lavadores de gases, necessários para operações que exijam um pós-tratamento do ar para neutralizar os vapores tóxicos exauridos.
Além desses equipamentos, os sistemas de exaustão de laboratório também podem exigir câmara asséptica, barriletes, lavadores automáticos de pipetas, entre outros, dependendo da necessidade de manutenção de ar no ambiente.
A capela, no entanto, é obrigatória nos sistemas de exaustão de laboratório, principalmente em locais onde possam ocorrer reações perigosas na manipulação de materiais.
A capela de exaustão tem como função básica exaurir vapores, fumos e gases, servindo também como uma barreira física entre as reações ali processadas e o ambiente do laboratório, oferecendo maior proteção aos técnicos e ao próprio ambiente, mantendo livre da exposição de gases nocivos ou tóxicos e do derramamento de produtos químicos e de expansão do fogo.
Trata-se de um equipamento que, nos sistemas de exaustão de laboratório, exigem conhecimento e familiarização para as corretas técnicas de sua utilização. O equipamento deve ser construído de acordo com sua finalidade, seguindo rigorosamente as normas EN 14175, mantendo a completa segurança, a resistência e a aerodinâmica.
Layout para os sistemas de exaustão de laboratório
O projeto de instalação dos sistemas de exaustão de laboratório deve levar em conta, desde seu início, todas as necessidades para quando o ambiente estiver em uso, escolhendo os modelos e os equipamentos que atendam o controle do ambiente, com localização e instalação especificadas, já que isso é determinante para a eficiência tanto do sistema quanto do próprio laboratório.
O projetista dos sistemas de exaustão de laboratório deve ter especial atenção para evitar que correntes de ar produzidas pelas atividades possam interferir no bom funcionamento dos equipamentos, como análises, circulação de pessoal ou utilização de sistemas de captação de gases.
O funcionamento dos sistemas de exaustão de laboratório deve ser verificado periodicamente ou sempre que houver qualquer modificação, seja na capela, seja no sistema de exaustão ou no sistema de ventilação e ar condicionado do laboratório, ou ainda quando for necessário o acréscimo de nova capela ou de qualquer mudança significativa nos processos realizados no laboratório que possam alterar a toxicidade ou inflamabilidade das análises.
Para o bom funcionamento dos sistemas de exaustão de laboratório é necessário que haja uma pessoa designada para executar as tarefas referentes ao sistema, como os testes e monitoramento do funcionamento das capelas, dentro da periodicidade recomendada, o registro das avaliações e ocorrências (que devem ser mantidos por 10 anos), a checagem visual do sistema, o treinamento e orientação das pessoas que se utilizam da capela, e o registro do projeto original e de suas modificações, quando necessário.
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