{"id":15220,"date":"2026-02-26T19:41:38","date_gmt":"2026-02-26T19:41:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ohub.com.br\/ideias\/?p=15220"},"modified":"2026-03-26T15:50:20","modified_gmt":"2026-03-26T15:50:20","slug":"modelo-inventario-de-riscos-template","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ohub.com.br\/ideias\/modelo-inventario-de-riscos-template\/","title":{"rendered":"Modelo de Invent\u00e1rio de Riscos sem Achismo"},"content":{"rendered":"<p>O <strong>Modelo de invent\u00e1rio de riscos<\/strong> \u00e9 o que muita PME procura quando precisa sair do zero no PGR e organizar a gest\u00e3o de SST sem ter um SESMT estruturado.<\/p>\n<p>Quando a equipe interna n\u00e3o tem essa capacidade, <strong><a href=\"https:\/\/www.ohub.com.br\/empresas\/consultoria-em-nr1\">Consultorias em NR-1<\/a><\/strong> s\u00e3o uma alternativa direta para estruturar o invent\u00e1rio com m\u00e9todo e seguran\u00e7a t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que, sem m\u00e9todo, o invent\u00e1rio vira uma planilha gen\u00e9rica, cheia de suposi\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o ajuda voc\u00ea a decidir o que priorizar.<\/p>\n<p>Neste guia, voc\u00ea vai ver um <strong>template com os campos essenciais<\/strong> e um <strong>passo a passo pr\u00e1tico<\/strong> para preencher com base em evid\u00eancias, como observa\u00e7\u00e3o, hist\u00f3rico, registros, medi\u00e7\u00f5es e entrevistas. Assim, voc\u00ea reduz subjetividade e ganha consist\u00eancia nas avalia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Neste guia, voc\u00ea vai encontrar:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Quais campos o invent\u00e1rio precisa ter (template)<\/li>\n<li>Como preencher cada campo com evid\u00eancia, n\u00e3o opini\u00e3o<\/li>\n<li>Como padronizar crit\u00e9rios de probabilidade e severidade<\/li>\n<li>Como validar com lideran\u00e7a e trabalhadores<\/li>\n<li>CTA para download do template<\/li>\n<\/ul>\n<h2>O que \u00e9 invent\u00e1rio de riscos e por que ele precisa ser objetivo?<\/h2>\n<p>O invent\u00e1rio de riscos \u00e9 o registro estruturado dos <strong>perigos<\/strong> e dos <strong>riscos ocupacionais<\/strong> associados \u00e0s atividades da empresa. Ele organiza o que pode causar dano, quem est\u00e1 exposto, qual a poss\u00edvel consequ\u00eancia e quais controles existem ou precisam ser implantados.<\/p>\n<p>Quando o invent\u00e1rio \u00e9 objetivo, ele vira uma ferramenta de gest\u00e3o. Em outras palavras, ele deixa de ser \u201cpapel\u201d e passa a orientar prioridades, prazos, respons\u00e1veis e investimentos.<\/p>\n<p>Uma boa regra pr\u00e1tica para se algu\u00e9m de fora ler seu invent\u00e1rio, conseguir entender <strong>onde<\/strong> est\u00e1 o risco, <strong>como<\/strong> ele acontece e <strong>o que<\/strong> ser\u00e1 feito para reduzir.<\/p>\n<h2>Modelo de invent\u00e1rio de riscos (template): campos e como preencher<\/h2>\n<p>Voc\u00ea pode usar o modelo em Excel ou Google Sheets.<\/p>\n<p>O mais importante \u00e9 manter <strong>campos padronizados<\/strong> e orientar o preenchimento para evitar interpreta\u00e7\u00f5es diferentes entre \u00e1reas.<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>Campo<\/th>\n<th>O que entra<\/th>\n<th>Como preencher sem achismo<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Setor\/\u00c1rea<\/td>\n<td>Local da atividade<\/td>\n<td>Use o mesmo nome do organograma ou mapa de \u00e1reas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Atividade\/Tarefa<\/td>\n<td>O que \u00e9 feito<\/td>\n<td>Descreva no verbo: \u201ccortar\u201d, \u201cmovimentar\u201d, \u201coperar\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Perigo<\/td>\n<td>Fonte do dano<\/td>\n<td>Ex.: parte m\u00f3vel, eletricidade, ru\u00eddo, agente qu\u00edmico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Risco (dano)<\/td>\n<td>Consequ\u00eancia poss\u00edvel<\/td>\n<td>Ex.: corte, choque, perda auditiva, dermatite<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Expostos<\/td>\n<td>Quem e quantos<\/td>\n<td>Fun\u00e7\u00e3o + quantidade aproximada por turno<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fontes de evid\u00eancia<\/td>\n<td>De onde veio a informa\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td>Marque: observa\u00e7\u00e3o, registros, hist\u00f3rico, entrevistas, medi\u00e7\u00f5es<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Probabilidade<\/td>\n<td>Escala 1 a 5<\/td>\n<td>Baseie em frequ\u00eancia real, hist\u00f3rico e condi\u00e7\u00f5es de controle<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Severidade<\/td>\n<td>Escala 1 a 5<\/td>\n<td>Classifique pelo pior dano plaus\u00edvel, n\u00e3o pelo \u201cmais comum\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>N\u00edvel de risco<\/td>\n<td>P x S<\/td>\n<td>Calcule autom\u00e1tico na planilha para evitar erro manual<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Controles existentes<\/td>\n<td>O que j\u00e1 reduz o risco<\/td>\n<td>Liste controles reais: EPC, procedimento, treinamento, EPI<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>A\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias<\/td>\n<td>O que falta fazer<\/td>\n<td>Escreva a\u00e7\u00e3o objetiva: \u201cinstalar\u201d, \u201csubstituir\u201d, \u201csinalizar\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Respons\u00e1vel<\/td>\n<td>Quem executa<\/td>\n<td>Nome ou cargo com poder de decis\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Prazo<\/td>\n<td>Quando entrega<\/td>\n<td>Use data (dia\/m\u00eas\/ano) e evite \u201cem breve\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Status<\/td>\n<td>Andamento<\/td>\n<td>Padr\u00e3o simples: \u201cn\u00e3o iniciado\u201d, \u201cem andamento\u201d, \u201cconclu\u00eddo\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Se voc\u00ea tiver que escolher poucos campos para come\u00e7ar, priorize: <strong>atividade<\/strong>, <strong>perigo<\/strong>, <strong>dano<\/strong>, <strong>expostos<\/strong>, <strong>probabilidade<\/strong>, <strong>severidade<\/strong>, <strong>controles<\/strong> e <strong>plano de a\u00e7\u00e3o<\/strong>. O resto ajuda a governan\u00e7a.<\/p>\n<h2>Como preencher o invent\u00e1rio com evid\u00eancias (sem \u201cachismo\u201d)<\/h2>\n<p>Para reduzir subjetividade, o invent\u00e1rio precisa de <strong>fontes de evid\u00eancia<\/strong>. Assim, quando algu\u00e9m questionar um risco \u201calto\u201d ou \u201cbaixo\u201d, ter\u00e1 explica\u00e7\u00e3o objetiva e direta.<\/p>\n<p><strong>As principais fontes s\u00e3o <\/strong> observa\u00e7\u00e3o em campo, hist\u00f3rico de incidentes, registros internos, medi\u00e7\u00f5es e entrevistas.<\/p>\n<h3>1) Observa\u00e7\u00e3o em campo (do jeito certo)<\/h3>\n<p>Visite o local e observe a atividade como ela acontece de verdade.<\/p>\n<p>Nesse sentido, evite basear sua an\u00e1lise apenas em procedimentos ou como deveria ser.<\/p>\n<ul>\n<li>Veja postura, esfor\u00e7o, repeti\u00e7\u00e3o e improvisos<\/li>\n<li>Confirme se prote\u00e7\u00f5es e sinaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o presentes e funcionando<\/li>\n<li>Observe movimenta\u00e7\u00e3o de pessoas, materiais e ve\u00edculos<\/li>\n<li>Registre com fotos (se a pol\u00edtica permitir) e anota\u00e7\u00f5es<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dica pr\u00e1tica: observe em hor\u00e1rios diferentes (in\u00edcio de turno, pico e final do expediente) para capturar varia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h3>2) Hist\u00f3rico de incidentes e quase-acidentes<\/h3>\n<p>Se j\u00e1 aconteceu, existe evid\u00eancia de que pode acontecer de novo.<\/p>\n<p>No geral, isso impacta diretamente a probabilidade de CATs e acidentes registrados, quase-acidentes e relatos de \u201cpor pouco\u201d, afastamentos e atestados recorrentes por fun\u00e7\u00e3o, falhas de m\u00e1quina, panes e manuten\u00e7\u00e3o corretiva.<\/p>\n<h3>3) Registros e documentos internos<\/h3>\n<p>Registros ajudam a transformar percep\u00e7\u00e3o em dado.<\/p>\n<p>Assim, seu invent\u00e1rio ganha rastreabilidade com ordens de servi\u00e7o, procedimentos, checklists, inspe\u00e7\u00f5es, treinamentos realizados, planos de manuten\u00e7\u00e3o e calibra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>4) Medi\u00e7\u00f5es (quando e se necess\u00e1rias)<\/h3>\n<p>Medi\u00e7\u00f5es s\u00e3o \u00fateis principalmente quando h\u00e1 agentes f\u00edsicos, qu\u00edmicos ou d\u00favidas relevantes sobre exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em outras palavras, elas \u201ctirar\u00e3o a discuss\u00e3o do campo da opini\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Alguns exemplos comuns, como ru\u00eddo, calor, ventila\u00e7\u00e3o, poeiras, vapores e agentes qu\u00edmicos.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea ainda n\u00e3o tem medi\u00e7\u00f5es, registre isso como lacuna e planeje a a\u00e7\u00e3o com respons\u00e1vel e prazo.<\/p>\n<h3>5) Entrevistas com trabalhadores e lideran\u00e7a<\/h3>\n<p>Quem executa a tarefa enxerga risco que n\u00e3o aparece no papel. Do lado da lideran\u00e7a, voc\u00ea entende restri\u00e7\u00f5es operacionais e prioridades de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Perguntas que funcionam bem:<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cOnde voc\u00ea j\u00e1 viu dar errado?\u201d<\/li>\n<li>\u201cQual etapa tem mais improviso ou press\u00e3o de tempo?\u201d<\/li>\n<li>\u201cO que muda quando a demanda aumenta?\u201d<\/li>\n<li>\u201cQual controle atrapalha e por isso n\u00e3o \u00e9 usado?\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Como padronizar probabilidade e severidade<\/h2>\n<p>Padronizar crit\u00e9rios \u00e9 o que evita que um gestor marque \u201cbaixo\u201d e outro marque \u201calto\u201d para a mesma situa\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea define escalas simples, aplica em todos os setores e treina quem vai preencher.<\/p>\n<h3>Escala exemplo de probabilidade (1 a 5)<\/h3>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>N\u00edvel<\/th>\n<th>Defini\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica<\/th>\n<th>Exemplo de evid\u00eancia<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>1<\/td>\n<td>Raro<\/td>\n<td>Sem hist\u00f3rico; controles robustos; pouca exposi\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2<\/td>\n<td>Eventual<\/td>\n<td>Exposi\u00e7\u00e3o ocasional; poucos desvios observados<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>3<\/td>\n<td>Poss\u00edvel<\/td>\n<td>Ocorre algumas vezes ao ano; h\u00e1 falhas recorrentes<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>4<\/td>\n<td>Prov\u00e1vel<\/td>\n<td>Ocorre com frequ\u00eancia; controles falham ou n\u00e3o s\u00e3o usados<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>5<\/td>\n<td>Muito prov\u00e1vel<\/td>\n<td>Ocorre regularmente; quase-acidentes recorrentes<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>Escala exemplo de severidade (1 a 5)<\/h3>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th>N\u00edvel<\/th>\n<th>Defini\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica<\/th>\n<th>Exemplo<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>1<\/td>\n<td>Leve<\/td>\n<td>Sem afastamento, primeiros socorros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>2<\/td>\n<td>Moderada<\/td>\n<td>Afastamento curto, les\u00e3o trat\u00e1vel<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>3<\/td>\n<td>Significativa<\/td>\n<td>Les\u00e3o com impacto funcional tempor\u00e1rio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>4<\/td>\n<td>Grave<\/td>\n<td>Incapacidade, fratura grave, interna\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>5<\/td>\n<td>Cr\u00edtica<\/td>\n<td>\u00d3bito ou incapacidade permanente<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Depois, voc\u00ea calcula: <strong>N\u00edvel de risco = Probabilidade x Severidade<\/strong>.<\/p>\n<p>A planilha deve fazer isso automaticamente.<\/p>\n<p>Para facilitar decis\u00e3o, voc\u00ea pode classificar faixas:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>1 a 5:<\/strong> Baixo<\/li>\n<li><strong>6 a 10:<\/strong> M\u00e9dio<\/li>\n<li><strong>11 a 15:<\/strong> Alto<\/li>\n<li><strong>16 a 25:<\/strong> Cr\u00edtico<\/li>\n<\/ul>\n<p>Assim, a prioriza\u00e7\u00e3o vira consequ\u00eancia do m\u00e9todo, n\u00e3o de disputa de opini\u00e3o.<\/p>\n<h2>Como validar o invent\u00e1rio com lideran\u00e7a e trabalhadores<\/h2>\n<p>Invent\u00e1rio bom \u00e9 invent\u00e1rio validado.<\/p>\n<p>Valida\u00e7\u00e3o evita dois problemas comuns que s\u00e3o risco subestimado por press\u00e3o operacional e risco superestimado por falta de contexto.<\/p>\n<p>Um fluxo simples:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>1) Pr\u00e9-valida\u00e7\u00e3o interna:<\/strong> revise consist\u00eancia de crit\u00e9rios (probabilidade e severidade) entre setores<\/li>\n<li><strong>2) Valida\u00e7\u00e3o com lideran\u00e7a:<\/strong> confirme viabilidade de prazos, respons\u00e1veis e recursos<\/li>\n<li><strong>3) Valida\u00e7\u00e3o com trabalhadores:<\/strong> confirme se a descri\u00e7\u00e3o da tarefa e dos controles bate com a realidade<\/li>\n<li><strong>4) Registro de decis\u00f5es:<\/strong> anote o que mudou e o motivo da mudan\u00e7a(rastreabilidade)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dica pr\u00e1tica: para cada risco alto\/cr\u00edtico, pe\u00e7a que a lideran\u00e7a aprove explicitamente o plano de a\u00e7\u00e3o com respons\u00e1vel e prazo. Estas condi\u00e7\u00f5es d\u00e3o for\u00e7a para execu\u00e7\u00e3o da aprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>Erros comuns e como evit\u00e1-los<\/h2>\n<p>Se voc\u00ea quer um invent\u00e1rio enxuto e correto, \u00e9 preciso evitar erros comuns.<\/p>\n<p>Copiar e colar invent\u00e1rio gen\u00e9rico sem observar a opera\u00e7\u00e3o, criando assim um documento fr\u00e1gil.<\/p>\n<p>N\u00e3o registrar evid\u00eancias porque sem fonte, tudo vira debate.<\/p>\n<p>Para evitar que a matriz perca sentido, \u00e9 preciso haver padroniza\u00e7\u00e3o, sem escalas diferentes por setor.<\/p>\n<p>Listar EPI e\/ou procedimentos que n\u00e3o s\u00e3o usados e n\u00e3o colaboram para diminuir riscos.<\/p>\n<p>N\u00e3o indicar respons\u00e1vel para plano de a\u00e7\u00e3o e estipular prazos faz com que o invent\u00e1rio n\u00e3o seja executado.<\/p>\n<h2>Checklist r\u00e1pido: invent\u00e1rio pronto para usar?<\/h2>\n<ul>\n<li>Os campos est\u00e3o padronizados e claros?<\/li>\n<li>As fontes de evid\u00eancia est\u00e3o registradas por risco?<\/li>\n<li>Probabilidade e severidade seguem a mesma escala em toda a empresa?<\/li>\n<li>O n\u00edvel de risco \u00e9 calculado automaticamente?<\/li>\n<li>Controles existentes s\u00e3o reais e verific\u00e1veis?<\/li>\n<li>Toda a\u00e7\u00e3o tem respons\u00e1vel, prazo e status?<\/li>\n<li>Lideran\u00e7a e trabalhadores validaram o conte\u00fado?<\/li>\n<p><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/www.ohub.com.br\/js\/ohub_widget.js\"><\/script><script type=\"text\/javascript\">loadohubWidget('B050233');<\/script><\/p>\n<p><iframe src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/89209081\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/ul>\n<h3>Quem deve preencher o invent\u00e1rio de riscos em uma PME sem SESMT?<\/h3>\n<p>Idealmente, algu\u00e9m com conhecimento em SST conduz o processo, mas o invent\u00e1rio fica muito mais correto quando envolve lideran\u00e7a e trabalhadores. Assim, voc\u00ea combina vis\u00e3o t\u00e9cnica, realidade do trabalho e viabilidade de execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Como evitar que o invent\u00e1rio vire uma lista gen\u00e9rica?<\/h3>\n<p>Descreva tarefas reais, registre fontes de evid\u00eancia, como observa\u00e7\u00e3o, hist\u00f3rico, registros, medi\u00e7\u00f5es, entrevistas e padronize as escalas de probabilidade e severidade. Em outras palavras, cada classifica\u00e7\u00e3o precisa ter um \u201cporqu\u00ea\u201d rastre\u00e1vel.<\/p>\n<h3>Preciso de medi\u00e7\u00f5es para todos os riscos?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. Muitas situa\u00e7\u00f5es podem ser registradas por observa\u00e7\u00e3o e registros. Medi\u00e7\u00f5es ajudam quando h\u00e1 agentes f\u00edsicos\/qu\u00edmicos ou quando existe d\u00favida relevante sobre exposi\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea n\u00e3o tem medi\u00e7\u00e3o, registre a lacuna e coloque como a\u00e7\u00e3o com respons\u00e1vel e prazo.<\/p>\n<h3>Qual escala de probabilidade e severidade devo usar?<\/h3>\n<p>Use uma escala simples (1 a 5) com defini\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas. O importante \u00e9 documentar o crit\u00e9rio e aplicar igual em toda a empresa. No geral, consist\u00eancia vale mais do que \u201cperfei\u00e7\u00e3o\u201d inicial.<\/p>\n<h3>Como validar o invent\u00e1rio com a lideran\u00e7a sem travar o processo?<\/h3>\n<p>Leve uma vis\u00e3o por prioridade. Foque primeiro em riscos alto\/cr\u00edtico e no plano de a\u00e7\u00e3o (respons\u00e1vel, prazo, recursos). Depois, valide o restante por \u00e1rea. Assim, voc\u00ea mant\u00e9m velocidade sem perder governan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Modelo de invent\u00e1rio de riscos \u00e9 o que muita PME procura quando precisa sair do zero no PGR e organizar a gest\u00e3o de SST sem ter um SESMT estruturado. Quando a equipe interna n\u00e3o tem essa capacidade, Consultorias em NR-1 s\u00e3o uma alternativa direta para estruturar o invent\u00e1rio com m\u00e9todo e seguran\u00e7a t\u00e9cnica. 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