Consultoria fiscal e tributária

Planejamento Tributário

Planejamento tributário é o trabalho de organizar a operação e escolher o regime de tributação (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) para pagar menos imposto dentro da lei, usando elisão fiscal e nunca sonegação. Aqui você compara consultorias que fazem essa análise com método, em vez de aceitar a carga tributária que veio por inércia.

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O custo de continuar como está

Quando faz sentido planejamento tributário

Estes são os sinais de que a sua empresa pode estar pagando mais imposto do que a lei exige. Se reconhece dois ou mais, vale avaliar.

Carga tributária alta demais

A sensação de que o imposto consome a margem, mas ninguém na empresa sabe dizer se dá para pagar menos dentro da lei.

Regime escolhido por inércia

A empresa está no mesmo regime de quando abriu, sem nunca comparar Simples, Lucro Presumido e Lucro Real com números atuais.

Faturamento cresceu

A empresa mudou de patamar, mudou de atividade ou abriu filial, e a estrutura tributária não acompanhou.

Medo de autuação

A insegurança de não saber se a economia que estão fazendo é elisão lícita ou um risco de multa da Receita Federal.

Créditos deixados na mesa

Tributos como PIS, COFINS e ICMS pagos a mais que poderiam ter sido recuperados ou aproveitados como crédito.

Reforma tributária chegando

A transição para IBS e CBS muda as contas dos próximos anos, e a empresa não sabe como vai ser impactada.

O que está incluído

O que o planejamento tributário entrega

Estes são os itens que costumam fazer parte de um planejamento tributário. Cada consultoria detalha o seu na proposta.

Diagnóstico da carga tributária atual

Comparação entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real

Cenários de economia com elisão fiscal lícita

Recomendação de regime e plano de transição

Como funciona

Como o planejamento acontece

A estrutura varia entre fornecedores, mas costuma seguir estas fases.

1

Diagnóstico

Levantamento do faturamento, da atividade, da folha e dos tributos pagos hoje.

2

Simulação

Comparação dos regimes tributários e dos créditos possíveis com números reais.

3

Recomendação

Definição do regime e das medidas de elisão fiscal, com a economia estimada.

4

Implantação

Apoio na mudança de regime, ajustes na operação e acompanhamento dos resultados.

Adequado ao seu porte

O escopo se ajusta ao porte e ao
regime da empresa

O foco do planejamento muda conforme o faturamento e o regime tributário em que a empresa se encaixa.

Pequena empresa

Em geral no Simples Nacional
  • Conferência do enquadramento e do anexo
  • Simples x Presumido quando vale a pena sair
  • Pró-labore e distribuição de lucros

Média empresa

Lucro Presumido ou Real
  • Comparação completa entre os três regimes
  • Aproveitamento de créditos de PIS e COFINS
  • Estrutura societária e centros de resultado

Grande empresa

Lucro Real e grupos
  • Planejamento de grupo e holding
  • Incentivos fiscais e recuperação de tributos
  • Preparação para a transição da reforma
Antes vs depois

O dia a dia muda

Como fica a relação da empresa com os impostos antes e depois deste serviço.

Antes

Sem planejamento

  • Regime escolhido por hábito
  • Imposto pago no piloto automático
  • Créditos de PIS e COFINS perdidos
  • Insegurança sobre o que é legal
  • Surpresas na hora de pagar tributo
Depois

Com planejamento

  • Regime escolhido com base em números
  • Carga tributária reduzida dentro da lei
  • Créditos aproveitados e tributos recuperados
  • Segurança de estar em conformidade
  • Previsibilidade no fluxo de caixa
Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas antes de contratar

As perguntas mais comuns sobre planejamento tributário.

O que é planejamento tributário?

É a análise da operação da empresa para escolher o regime de tributação e as medidas que reduzem a carga de impostos dentro da lei. Usa a elisão fiscal, que é lícita, e não a sonegação, que é crime.

Planejamento tributário é legal ou é sonegação?

É totalmente legal. Reduzir imposto por meio de escolhas que a lei permite chama-se elisão fiscal e é um direito da empresa. Sonegação, ou evasão fiscal, é ocultar fatos para não pagar tributo devido, o que é ilícito.

Qual a diferença entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real?

São os três regimes de tributação no Brasil. O Simples Nacional unifica impostos em uma guia para empresas menores; o Lucro Presumido calcula o imposto sobre uma margem estimada pela lei; o Lucro Real calcula sobre o lucro efetivo. Qual paga menos depende do faturamento, da margem e da atividade.

Minha empresa é pequena, vale a pena fazer?

Sim. Para empresas menores, a decisão entre Simples Nacional e Lucro Presumido, o anexo correto e a forma de retirar pró-labore e lucros já podem representar uma economia relevante ao longo do ano.

Como a reforma tributária afeta meu planejamento?

A reforma substitui tributos atuais por IBS e CBS em uma transição ao longo dos próximos anos. Isso muda o cálculo de créditos e de carga por setor, então o planejamento passa a incluir uma análise de como a empresa será impactada.

Quanto custa um planejamento tributário?

O investimento varia conforme o porte da empresa, o regime e a complexidade da operação. Vale solicitar a cotação no oHub: você recebe contato de cerca de 4 consultorias qualificadas em 24 horas, sem compromisso.

Preciso trocar de contador para fazer planejamento tributário?

Não. O planejamento pode ser feito por uma consultoria especializada em conjunto com o seu contador atual. Em alguns casos a empresa decide trocar, mas isso é uma consequência possível, não um requisito.

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Entenda planejamento tributário a fundo

Planejamento tributário é o trabalho de organizar a operação e escolher o regime de tributação (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) para pagar menos imposto dentro da lei, usando elisão fiscal e nunca sonegação.

Planejamento tributário é o trabalho de organizar a operação e escolher o regime de tributação (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) para pagar menos imposto dentro da lei, usando elisão fiscal e nunca sonegação.

Na prática, um planejamento tributário costuma envolver o diagnóstico da carga atual, a simulação dos três regimes com os números reais da empresa, o levantamento de créditos e incentivos e a recomendação do caminho com a economia estimada. Também é chamado de gestão tributária ou consultoria tributária.

O ponto central é a diferença entre elisão fiscal e evasão fiscal. A elisão é a economia obtida por escolhas que a lei permite, em geral feitas antes do fato gerador do tributo. A evasão é a sonegação, que esconde fatos da Receita Federal e gera multa. Um bom planejamento trabalha apenas no campo da elisão.

Como decidir

Como escolher um fornecedor de planejamento tributário

Critérios objetivos para separar uma proposta sólida de uma promessa vazia. São, também, a régua que o oHub usa para qualificar fornecedores.

  • Metodologia explícita. O fornecedor deve mostrar como compara os regimes e como estima a economia, com base em números, não apenas prometer que vai reduzir imposto.
  • Experiência no seu setor. Comércio, indústria e serviços têm regras e créditos diferentes; experiência próxima evita recomendações genéricas.
  • Compromisso com a legalidade. Toda recomendação deve ser elisão lícita, com fundamento legal claro. Desconfie de quem promete economia agressiva sem explicar a base.
  • Escopo e entregáveis claros. O que está incluído, se há acompanhamento da implantação e se a transição de regime é apoiada, definidos antes de fechar.
  • Integração com o contador. O fornecedor deve trabalhar junto com a contabilidade da empresa, e não criar uma estrutura paralela difícil de manter.
  • Comparabilidade. Avaliar mais de uma proposta na mesma régua é o que mostra se o preço e o escopo são justos.
O que evitar

Erros comuns em planejamento tributário

As armadilhas que mais comprometem o resultado deste tipo de trabalho.

Confundir elisão com evasão

Aceitar economia que esconde fatos da Receita troca um risco de imposto por um risco bem maior de multa.

Olhar só o imposto, não o caixa

Mudar de regime sem considerar prazo de recolhimento e fluxo de caixa pode gerar aperto mesmo pagando menos.

Decidir uma vez e nunca revisar

Faturamento e atividade mudam; o regime ideal de um ano pode deixar de ser o melhor no seguinte.

Ignorar a reforma tributária

Planejar como se nada fosse mudar com IBS e CBS pode levar a decisões que se invertem na transição.

Esquecer os créditos

Deixar de aproveitar créditos de PIS, COFINS e ICMS é dinheiro pago a mais que poderia voltar ao caixa.

Não documentar

Sem registro do fundamento legal de cada escolha, a empresa fica frágil diante de uma fiscalização.

Glossário

Termos que você vai ouvir

Um vocabulário rápido para conversar de igual para igual com qualquer fornecedor.

Elisão fiscal. Redução lícita de tributos por meio de escolhas que a lei permite

Evasão fiscal. Sonegação: deixar de pagar tributo devido ocultando fatos, o que é ilícito

Simples Nacional. Regime que unifica impostos em uma guia, voltado a empresas menores

Lucro Presumido. Regime que calcula o imposto sobre uma margem de lucro estimada pela lei

Lucro Real. Regime que calcula o imposto sobre o lucro efetivamente apurado

Fato gerador. O evento que faz nascer a obrigação de pagar um tributo

IBS e CBS. Novos tributos sobre o consumo criados pela reforma tributária, em transição

Mais perguntas

Outras dúvidas frequentes

De quanto em quanto tempo o planejamento deve ser revisado?

Em geral uma vez por ano, junto da decisão de manter ou trocar o regime tributário, e sempre que a empresa muda de faturamento, de atividade ou de estrutura.

Planejamento tributário garante economia?

Não há garantia, porque depende dos números da empresa. Em muitos casos há economia relevante; em outros, o regime atual já é o melhor, e o valor está na segurança de ter confirmado isso com método.